ENDOSCOPIA
DIGESTIVA ALTA

É um exame indicado para avaliação diagnóstica e, quando possível, tratamento de doenças da parte superior do tubo digestivo, incluindo esôfago, o estômago e porção inicial do duodeno. Ele é realizado introduzindo-se, pela boca, um aparelho flexível com iluminação central que permite a visualização de todo o trajeto examinado.

A Endoscopia digestiva alta é um exame seguro. No entanto, como todo ato médico, ela não é isenta a riscos. As complicações mais frequentes são:

Flebite (dor e inchaço no trajeto da veia puncionada), que pode acontecer em até 5% dos casos, a depender da medicação utilizada;
Os de natureza cardiorrespiratória, incluindo depressão respiratória com diminuição na oxigenação sanguínea e alterações no ritmo cardíaco (bradicardia e taquicardia) e na pressão arterial sistêmica (hipotensão e hipertensão).

Complicações mais sérias são muito raras, pois ocorrem em menos de 0,2% dos casos. Elas podem estar relacionadas ao emprego de medicamentos sedativos ou ao próprio procedimento endoscópico. Esses efeitos colaterais são constantemente acompanhados durante o exame com uso de monitor de oxigenação sanguínea e controle de frequência cardíaca. A equipe estará habilitada para o tratamento imediato de qualquer uma destas complicações.

Uma anestesia poderá acompanhar a realização de seu exame em casos específicos. Outras complicações da Endoscopia Digestiva Alta, tais como perfuração e sangramento, são excepcionais em exames diagnósticos, mas podem ocorrer em exames terapêuticos, como na regirada de corpo estranho (espinha de peixe, osso, etc.), dilatação de estenoses (estreitamentos), ligadura elástica ou esclerose de varizes e retirada de pólipos (polipectomia) de lesões planas deprimidas (mucosectomia).

A Endoscopia digestiva alta é um exame seguro. No entanto, como todo ato médico, ela não é isenta a riscos. As complicações mais frequentes são:

Flebite (dor e inchaço no trajeto da veia puncionada), que pode acontecer em até 5% dos casos, a depender da medicação utilizada;
Os de natureza cardiorrespiratória, incluindo depressão respiratória com diminuição na oxigenação sanguínea e alterações no ritmo cardíaco (bradicardia e taquicardia) e na pressão arterial sistêmica (hipotensão e hipertensão).

Complicações mais sérias são muito raras, pois ocorrem em menos de 0,2% dos casos. Elas podem estar relacionadas ao emprego de medicamentos sedativos ou ao próprio procedimento endoscópico. Esses efeitos colaterais são constantemente acompanhados durante o exame com uso de monitor de oxigenação sanguínea e controle de frequência cardíaca. A equipe estará habilitada para o tratamento imediato de qualquer uma destas complicações.

Uma anestesia poderá acompanhar a realização de seu exame em casos específicos. Outras complicações da Endoscopia Digestiva Alta, tais como perfuração e sangramento, são excepcionais em exames diagnósticos, mas podem ocorrer em exames terapêuticos, como na regirada de corpo estranho (espinha de peixe, osso, etc.), dilatação de estenoses (estreitamentos), ligadura elástica ou esclerose de varizes e retirada de pólipos (polipectomia) de lesões planas deprimidas (mucosectomia).

NO DIA MARCADO
É INDISPENSÁVEL

• Estar em jejum de 8 horas;
• Trazer acompanhante maior de idade;
• Cédula de identidade (RG);
• Cartão ou autorização do convênio;
• Pedido do médico (solicitação do exame);